quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Lançamento do Ubuntu 9.10



 A Canonical liberou para download, hoje, a versão 9.10 da distribuição Linux Ubuntu que, entre outras características, estreia um serviço gratuito de computação em nuvem e melhor conectividade com redes 3G. Por coincidência uma semana após ao lançamento do Windows Seven, mas a Cannonical afirma que a data já estava programada a muito tempo, já que o Ubuntu possui duas versões por ano, para saber mais sobre o versionamento do Ubuntu acesse os posts anteriores Ubuntu e Como Conseguir o Ubuntu.

“O Ubuntu 9.10 dá aos usuários mais razões do que nunca para considerar seriamente o Linux como seu sistema operacional, justamente em um momento em que muitos usuários estão repensando as suas opções”, diz Jane Silber, COO da Canonical.

“Uma seqüência de boot, login e sincronização de arquivos e contatos mais atraente, por meio de serviços online e ótimas experiências com os modelos de notebooks, desktops e netbooks mais populares, devem posicionar o Ubuntu melhor entre as opções comerciais”, diz.

A novidade mais celebrada da versão é o recurso “Ubuntu One”. Trata-se de um pacote de serviços online, baseado em computação em nuvem, já lançado na versão beta de maio deste ano. O One funciona como uma nuvem pessoal na web, facilitando os processos de backup, sincronização e o compartilhamento de arquivos.

Para usar o One, a Canonical libera 2 GB por usuário.

Tradução do Site Oficail do Ubuntu

E-mail e chat 

Bate-papo com amigos e colegas por meio da empatia que integra: Yahoo, Gmail, MSN, Jabber, AOL, QQ e muitos mais.
Evolução dá-lhe e-mail, um catálogo de endereços e calendário e funciona bem com colegas e amigos usando o MS Outlook.

Navegar na Internet

O Ubuntu inclui o Mozilla Firefox 3.5 para a navegação mais rápida e segura.
Para a escolha de outros navegadores web open-source visitar o Centro de Software e faça a sua escolha.

Fotos

Upload de sua câmera ou telefone para o F-Spot.
Gerenciar, sim, partilhar e classificar suas fotos.
Upload facilmente à sua rede social favorita ou de compartilhamento de fotos inlcuding sites: Flickr, Facebook, Picassa e muitos outros.

Música e vídeos

Ligue o seu PSP, player, iPod e MP3 uso Rythmbox para transferir, armazenar, comprar e tocar música.
Compartilhar playlists com seus amigos.
Last.fm acesso diretamente através Rythmbox para transmitir a sua música favorita.
Fluxo e reprodução de vídeo do YouTube, BBC e outros.

Aplicações do Office

Crie documentos profissionais, planilhas e apresentações com o OpenOffice.org 3.0.
O OpenOffice.org é compatível com todos os aplicativos do Office, incluindo o Microsoft Office.
A grande diferença é que o OpenOffice.org é livre (e nunca promete introduzir deputado Clippy)

Jogar jogos

Mais de 400 completamente livre e completamente legal jogos. Solitaire The Game não é só na cidade.
Visite o Centro de Software para facilmente navegar, selecionar e instalar jogos.

Armazenar, sincronizar e compartilhar

Integrado "Ubuntu One" tecnologia oferece 2 GB de armazenamento online gratuitamente.
Facilmente compartilhar arquivos entre seus próprios computadores e seus amigos.
Upgrade de baixo custo para mais de armazenamento, se você precisar dele.

Software Center

O acesso instantâneo a milhares de aplicativos de código livre.
As categorias incluem: educação, jogos, som e vídeo, gráficos, programação e Office.
Basta seleccionar as aplicações que pretende utilizar e do Centro Software irá adicioná-los para o seu computador
No CD, sem licenças, sem complicação.

Acessibilidade 

No cerne da filosofia Ubuntu é a convicção de que a computação é para todos e seja qual for sua situação. Ubuntu é um dos sistemas operacionais mais acessíveis ao redor e é totalmente traduzido para 23 línguas, com muitos mais a seguir.

Links para Download:
Ubuntu Desktop Edition
Ubuntu Server Edition
Ubuntu Netbook Remix

Fonte: 
Ubuntu Home Page
INFO Online
 

sábado, 24 de outubro de 2009

Opções para o Adobe Photoshop


  
   Diferentemente do que acontece com o Acrobat Reader a Adobe não lançou nenhuma versão do Photoshop para o Linux, então como podemos fazer nossas edições em fotografias utilizando o Linux? Aqueles que precisam do Photoshop, não poderiam utilizar o Linux? Em ambas as perguntas a resposta é a mesma: NÃO;
    Existe sim uma alternativa para edição de imagens, e uma ferramente tão poderosa como o Photoshop. E vamos dar uma olhada nele agora?
 

Gimp 
        Gimp é um excelente programa de tratamento de imagens competindo com o Adobe Photoshop, Gimp possui recursos extraordinários, com a capacidade de tratar imagens defeituosas, correções de cores, brilho, contraste, e outros suas ferramentas de trabalho estão bem colocadas e destacadas na barra a esquerda, a barra a direita mostra as camadas de fotos assim ficara mais fácil de usar o Gimp, também é possível acessar diversas ferramentas clicando com o botão direito do mouse em cima da imagem la possui diversas ferramentas. tombem é possível adicionar filtros nas fotos tais como, colorir, mudança de cor, Neon, embasar, efeitos de luzes e muitos outros, para acessar basta ir em na janela da foto e clicar em “Filtros” la mostra diversos filtros prontos para ser usados e com um único clique já esta na foto.
      O Gimp é compatível com diversos formatos de imagens como jpg, png, psd, xfc, Gif, fli, mng, pgm, ppm, tga, tiff, ico, Raw, Raw+ e muitos outros formatos.
    Site Oficial: www.gimp.org

Opções para o Adobe Acrobat Reader

     
    Se você está acostumado a usar o já famoso Adobe Acrobat Reader no Windows, não precisa se preocupar com mudanças, já que a adobe disponibiliza o mesmo para Linux, então para usuários que não querem grandes mudanças, é uma boa escolha. Mas há algum tempo outros softwares para leitura de documentos PDF surgiram e competem de igual para igual com o Acrobat. Vamos ao principal deles então.
 

   
Foxit PDF Reader
    Ele possui a vantagem para o Adobe Reader, de uma instalação muito rápida e o seu tamanho ser muito pequeno em relação ao concorrente.
    Possui abertura imediata, com um botão para abrir qualquer arquivo de PDF e suporte para impressão de documentos.
    Página do Programa: http://www.foxitsoftware.com/pdf/rd_intro.php

    Fonte: Programas Linux
 

Opções para o Internet Explorer

   
          O que acontece com o Internet Explorer hoje, é diferente do que acontece com os outros aplicativos descritos anteriormente, onde os aplicativos da própria Microsoft são preferidos pelos usuários. O Internet Explorer perdeu sua hegemonia para outros browsers mais rapidos e com funcionalidades extras, como a navegação em abas, que o Internet Explorer, incluiu a partir de sua versão 7. Grande parte dos browsers que são utilizados em Windows, têm versões para Linux também, como o Mozilla Firefox. Darei uma breve explicada em cada um, e cabe a cada usuário ver qual browser atende melhor suas necessidades.
 
  
Mozilla Firefox
          O Firefox é um bom navegador de internet, compatível com as mais diversas linguagens de programação para internet. Aproximadamente 10% dos usuários estão usando este navegador, um número bem considerável para um programa.
          Sua aparência é bem razoável, tal como os outros navegadores. Mas o diferencial é a rapidez em que ele abre as páginas, e sua navegação com abas é bem interessante, não sendo necessário um aglomerado de janelas na sua barra de tarefas.
          O Firefox é totalmente personalizável, pode-se encontrar no site do desenvolvedor uma variedade de temas e plugins (extensões) para acrencentar mais funções.
          Sem falar que o Firefox está em constante atualização.
          Site do desenvolvedor: http://www.mozilla.org.br/


Opera 
         O Opera é um ótimo navegador, assim como no Firefox, tem o recurso de "abas" que permite um ambiente mais organizado.
       Não é muito diferente dos outros navegadores, a única coisa um pouco diferente é a opção Favoritos que se chama "marcadores", porém tem a mesma utilidade.
       Alguns bons recursos são: "top 10" mostra os 10 links mais acessados, a ferramenta de procura do Google, bloqueador de pop-up e muitas outras coisas que fazem o Opera um ótimo navegador web, além de tudo isso é um dos mais leves e rápidos.
       Site do desenvolvedor: http://www.opera.com/




Google Chrome
      Navegador do Google, que tem a intenção de ser mais estável, rápido para abrir páginas e carregar conteúdo além de ser mais seguro.
      Um diferencial do navegador é que cada aba é um processo isolado, então, se a página travar não afetará o navegador.
      Conta também com alguns recursos já conhecidos de outros navegadores, como a busca de endereços já digitados.
      Site do desenvolvedor: http://www.google.com/chrome

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Opções para o Microsoft Office

 
A questão da edição de seus documentos também deve ser levada em conta quando for migrar para o Linux, já que como faríamos nossos trabalhos escolares, ou nosso trabalho sem poder contar com planilhas e editores de texto? Por isso que vou mostrar apenas uma suíte que em minha opinião é uma concorrente em potencial para o Office da Microsoft. estou falando de OpenOffice.org e sua versão em Portugues do Brasil recebe o nome de BrOffice.org.

Ao contrário dos produtos concorrentes, esta suíte não foi criada com a reunião de peças separadas de software. Desde o início, ela foi desenhada como um pacote de escritório completo.
  • Todos os componentes têm a mesma aparência e comportamento, tornando-os fáceis de usar. "Aprenda uma vez e use em qualquer lugar" recursos como Estilos e Formatação ou as Ferramentas de Desenho. Além disso, o BrOffice.org toma emprestados a aparência e o comportamento do sistema operacional em que está instalado. Se você muda o tema do seu Desktop, o BrOffice.org acompanha a mudança imediatamente.
  • As mesmas ferramentas são usadas de forma consistente em todos os programas do pacote. Por exemplo, as ferramentas de desenho encontradas no Writer são exatamente iguais no Draw e no Impress. 
  • Você não precisa saber que aplicativo foi usado para criar um arquivo em particular. Apenas use o comando "Abrir Arquivo" a partir de qualquer um dos componentes do pacote. O aplicativo correto será iniciado e seu arquivo será aberto. O mesmo vale para novos arquivos. Você pode, por exemplo, estar com o Writer aberto e clicar em "Arquivo – Novo – Planilha". O Calc será aberto com uma planilha em branco. 
  • Todos os componentes compartilham diversas ferramentas como corretor ortográfico, dicionário de sinônimos e hifenização. Se você modifica uma 'Opção' em um dos programas, ela vale para todos os demais. 
  • Informações podem ser facilmente transferidas de um aplicativo para outro.
    Todos os aplicativos são disponibilizados sob o mesmo modelo de licença aberta. Não há nenhum custo de licenciamento imediato ou futuro. Inclusive para futuros upgrades.
O BrOffice.org é tudo que você sempre quis em um pacote de escritório. Baixe já!

BrOffice.org 3.1.1
No link acima você deverá escolher qual seu sistema operacional, para baixar a versão correspondente a ele.

Fonte: BrOffice.org

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Opções para o Windows Media Player



Logo quando pensamos em música nos vem a interface amigável do Windows Media Player à cabeça, não é mesmo? Então outra grande pergunta que já me foi feita é a seguinte: Como posso ouvir minhas músicas no Linux?

Então vou apresentar agora alguns dos mais famosos players de áudio para Linux.


Amarok 
 Um dos melhores e mais completos players para Linux


Site oficial: http://amarok.kde.org/
LICENÇA: GPL

É um player de áudio independente do sistema de som. Sua interface é parecida com a de um navegador e permite que o usuário crie listas de reprodução. É o canivete suiço dos players para Linux, indispensável para quem tem uma grande coleção de mp3, e quer mais do um simples tocador. Como ele faz parte da suite do KDE, existe uma perfeita integração entre eles.

Algumas características do programa:
- Criação de listas de reprodução com drag and drop;
- Equalizador de 10 bandas;
- Download automático da imagem da capa do disco;
- Histórico/Estatísticas de execução de músicas;
- Anúncio da faixa tocada por meio de um popup na tela (totalmente configurável);
- Download de letras de músicas;
- Integração com o K3B (gravação de CDs);
- Integração com o iPod (MP3 player);
- Suporte a banco de dados SQL para agilizar a busca de arquivos na coleção;
- Traduzido para mais de 35 idiomas;
- Suporte à temas.

 
Banshee
Não é somente um player, é um gerenciador de músicas!


O Banshee não é somente um reprodutor de músicas, ele faz o gerenciamento de músicas e claro, um reprodutor de músicas para o Gnome.

Seus controles e o gerenciamento também são parecidos com o iTunes, oferecendo inclusive a possibilidade de sincronizar com seu iPod e tocar músicas diretamente do mesmo!

Ainda importa CD's, grava CD's de MP3.

Página do Programa: http://banshee-project.org/
Gnome Radio
Rádio FM

Gnome Rádio é um simples player FM para certas placas de captura que possuam sistema de captação de radio ou seja é possível escutar radio com esse player.
Tela inicial do Gnome radio, além de escutar a radio é possível gravar e salvar em mp3 ou Wave para configurar basta clicar no ícone de configuração e selecionar o formato de saída de áudio se prefere mp3 ou wave.

Site Oficial:
http://www.wh-hms.uni-ulm.de/~mfcn/gnomeradio/

Licença GPL

MPlayer
 Reprodutor de áudio e vídeo

Mplayer é um player para áudio e vídeo com muitos recursos, ele suporta arquivos como, .avi, .mpg, .mpeg, .m1v, .vob, .divx, .mov, .qt, .asf, .viv, .rm, .rmvb .mkv, .ogm, .fli, .flc, nuv, .mp3, .mp2, .wav, .wma e .mka. ele também reproduz VCD e DVD.
Ele também tem suporte a legendas de diversos formatos entre eles .sub, .srt e .ass, possui um pequeno e simples equalizador de áudio e configuração de vídeo, brilho contraste cor.
Licença: GPL

Site Oficial:
http://www.mplayerhq.hu

Real Player Linux 
Player para RMVB
Real Player Linux, é um reprodutor de áudio e vídeo, simples e pratico, é desenvolvido em GTK e tem como sua função reproduzir arquivos mp3, real-video, real-audio e Mp4.
Apesar de ser um aplicativo simples é extremamente leve e com uma boa resolução de vídeo.

Licença: Freeware

Site Oficial: www.real.com/linux/
 
 Rhythmbox 
Player de música do Gnome!
O Rhythmbox também é um gerenciador de músicas e também é inspirado no iTunes.

Entre suas características, se destacam a navegação pelas músicas facilmente, vários formatos de música, estações de rádio pela internet e listas de reprodução.

É um projeto do ambiente Gnome, por isso já é muito empregado em distribuições que contém este ambiente.

Página do Programa: http://www.gnome.org/projects/rhythmbox/
 
   Songbird 
Um pouco do iTunes no seu Linux!

Songbird é um player e organizador de música. Muitos consideram o player bastante semelhante ao iTunes.

O Songbird é do mesmo criador do Winamp. É dito que ele será o ''Firefox'' dos players de música.
Um recurso interessante é a funcionalidade de contar com canais de músicas online.

O player reproduz vários formatos, entre eles os mais usados, o que garante compatibilidade com a maioria de cd' s a venda hoje.

Página do Programa: http://getsongbird.com/
 XMMS
Um ótimo e leve tocador de músicas


Site: http://www.xmms.org

Licença: GPL

Apesar de sua leveza pode tocar praticamente todos os formatos de áudio, MP3, OGG, WAV, WMA entre outros, mas como é de se esperar é preciso que o PC possua os codecs dos formatos de áudio instalados, também serve para ouvir rádios on-line e CDs de música.

Um ponto importante é que ele aceita diversos plugins, desde efeitos para o áudio até um sistema para informar no aMSN qual música está escutando ou controlar as músicas por um controle ligado ao PC.

A aparência lembra muito o Winamp e assim como ele pode ativar a playlist e os controles de mixagem que podem ser arrastados para qualquer lugar da tela, além de possuir suporte a skins.sua leveza pode tocar praticamente todos os formatos de áudio, MP3, OGG, WAV, WMA entre outros, mas como é de se esperar é preciso que o PC possua os codecs dos formatos de áudio instalados, também serve para ouvir rádios on-line e CDs de música.

Um ponto importante é que ele aceita diversos plugins, desde efeitos para o áudio até um sistema para informar no aMSN qual música está escutando ou controlar as músicas por um controle ligado ao PC.

A aparência lembra muito o Winamp e assim como ele pode ativar a playlist e os controles de mixagem que podem ser arrastados para qualquer lugar da tela, além de possuir suporte a skins.

Fonte: Programas Linux

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Opções para o Windows Live Messenger

 
       Resolvi começar a apresentar os aplicativos para Linux que substituem os famosos para Windows, por nada menos que os Messengers. Já que é a grande pergunta dos novos usuários de Linux.


aMSN
     O aMSN foi desenvolvido com o propósito de ser um clone do MSN no Linux. Recentemente, as últimas atualizações do programa o deixaram com um visual melhorado, o qual antes era um dos defeitos do programa.
    O programa é um dos mais conhecidos quando se fala em MSN no Linux, e conta com suporte a várias funções do MSN do Windows, como por exemplo webcam, que é algo bastante visado mas, nem sempre é encontrado nos programas para mensagens instantâneas no Linux. Mensagens offline, plugins, skins, emoticons personalizados, suporte a conversas em grupo, conversas separadas por abas, são outras opções encontradas no aMSN.
 Pidgin 
     O Pidgin vem no pacote de programas do Ubuntu e de algumas outras distribuições. Também apresenta suporte a diversos tipos de protocolos para mensagens instantâneas, os quais são MSN, Google Talk, ICQ, IRC, AIM, além de outros onze, totalizando um suporte a dezesseis protocolos diferentes. É possível instalar plugins e adicionar suporte a outros protocolos, caso o que você procure não seja suportado por padrão.
     Apresenta suporte a emoticons personalizados, conversas em abas, mensagens pessoais, plugins, dentre outros. O suporte a plugins talvez seja uma das melhores opções, pois a comunidade que desenvolve plugins para o Pidgin é grande, sendo possível encontrar várias melhorias para o programa. Não possui suporte a webcam ainda.
Kopete 
    Programa padrão do gerenciador de ambiente gráfico KDE quando se fala em cliente para trocas de mensagens instantâneas. Apresenta suporte a 13 diferentes protocolos, que incluem MSN, ICQ, Jabber, dentre outros.
    Talvez por ser o programa padrão do KDE, é bastante popular. Infelizmente, não possui suporte para emoticons personalizados (apenas para visualização, mas não deixa que você personalize os seus), mas é um dos que permite utilizar webcam. Por ser desenvolvido pelo KDE, o programa apresenta grande interação com a interface do ambiente.
Mercury
    É provavelmente o programa para mensagens instantâneas mais completo que existe hoje para o Linux. O ponto fraco é que o programa é muito pesado, mas se seu computador não for muito antigo, não haverá problemas em rodá-lo.
    A interface do programa é muito bonita, e também é totalmente personalizável. Você pode mudar a cor de fundo ou adicionar uma imagem ao fundo da lista de contatos. Também é possível mudar os ícones dos contatos. Apresenta suporte a webcam, emoticons personalizados, mensagens offline, mensagens manuscritas, winks, pedidos de atenção, dentre outros.

Fonte: Baixaki

sábado, 29 de agosto de 2009

Programas para usar no Linux.

Uma das primeiras perguntas ao se instalar o Linux, é sobre os aplicativos que substituíriam aplicativos do Windows, que não possuem versões para Linux.
Vou falar sobre alguns aplicativos, e dar algumas soluções para Linux.
Os seguintes aplicativos que tratarei nos próximos posts serão:

Windows Live Messenger
Windows Media Player
Microsoft Office
Internet Explorer
Adobe Acrobat Reader
Adobe Photoshop

para cada um dos aplicativos acima, apresentarei os mais famosos para Linux, com descrição sobre cada um e links para download das últimas versões.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Fedora 11

Quando fiz a postagem do Fedora 10 como a mais recente versão, cometi um erro. A versão mais recente é a 11, lançada em 9 de junho, antes da minha postagem.

“Depois de tanto esperar, é com enorme prazer, que o Projeto Fedora Brasil anuncia hoje o lançamento da décima primeira versão de uma das maiores e mais famosas distribuições GNU/Linux do mundo, conhecida por sua característica inovadora, sempre atuando na vanguarda da tecnologia. Antecipando-se à maioria das vezes no lançamento de novidades.

Fonte: BrLix.Org

Links para download do Fedora 11

Fedora 11 Live-CD

Lançamento do Slackware 13.0

Tradução do anúncio oficial:

Depois de um dos mais intensos períodos de desenvolvimento da história do Slackware, a longa espera pelo release estável da versão 13.0 acabou.
Esta nova versão vem com muitas modificações desde o Slackware 12.2, incluindo todo um retrabalho em cima do conjunto de pacotes do X (na maioria das vezes, um arquivo de configuração do X não é mais necessário), as principais atualizações para os ambientes desktop (KDE versão 4.2.4 e XFCE versão 4.6.1), um novo formato de pacote .txz que permite uma compressão muito melhor além de outras atualizações em geral — relativas a ambientes de desenvolvimento, serviços de rede, bibliotecas e as aplicações principais, como o Firefox e Thunderbird. Achamos que você vai concordar que valeu a pena esperar por esta nova versão do Slackware. Além do que, esta é a primeira versão do Slackware com suporte nativo à arquitetura x86_64 de 64-bits! Agradecimentos ao Eric Hameleers por todo o trabalho desempenhado, especialmente com a versão para 64-bits.
Mais detalhes podem ser vistos no anúncio oficial e nas notas de versão.

Fonte: BrLinux.Org

Links para Download:

  • Torrents for Slackware 13.0, 32-bit x86


Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 1 (A/AP/D/E/L/N, bootable installer, kernels, testing/, Slackbook)
Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 2 (F/K/T/TCL/X/XAP/Y, L source)
Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 3 (KDE/KDEI)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 4 (A/AP/D/E/F/installer source, extra/, pasture/, old Berkeley DB packages)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 5 (KDE/KDEI source)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 6 (K/N/T/TCL/X/XAP/Y source, USB and PXE installers)


Slackware 13.0 x86 DVD ISO (everything)

  • Torrent for Slackware 13.0, 64-bit x86_64


Slackware 13.0 x86_64 DVD ISO (everything)


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ótimo site para descobrir qual a melhor distribuição Linux para você:

Gente descobri hoje um site que a partir de algumas perguntas gera uma lsita coma s distribuições linux que mais combinam com seu estilo.
O meu por exemplo deu:
100% Ubuntu
100% Kubuntu
100% Linux Mint
  95% Debian
  90% Ark Linux

Um resultado muito correto, já que a minha preferência é pelo Ubuntu.

Façam o teste e postem os resultados nos comentários, caso a distribuição não esteja no blog ainda, farei um post sobre ela com os links para download.

Linux Distribution Chooser
É só escolher o idioma do teste e começar a fazer.

Abraço

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gentoo: Inovação no universo Linux; BSD e Solaris: Parecem Linux mas não é

Você pode estar se perguntando em qual das famílias se encaixa o Gentoo, que é outra distribuição bastante comentada. A resposta é que ele não se encaixa em nenhuma.

 
O Gentoo inaugurou uma nova linhagem trazendo uma abordagem diferente das demais distribuições para a questão da instalação de programas e instalação do sistema. Tradicionalmente, novos programas são instalados através de pacotes pré-compilados, que são basicamente arquivos compactados, contendo os executáveis, bibliotecas e arquivos de configuração usados pelo programa. Estes pacotes são gerenciados pelo apt-get, urpmi, yun ou outro gerenciador de pacotes adotado pela distribuição em uso. Compilar programas a partir dos fontes passa a ser então um último recurso para instalar programas recentes, que ainda não possuem pacotes disponíveis.


O Gentoo utiliza o Portage, um gerenciador de pacotes que segue a idéia dos ports do FreeBSD, que é outro sistema Unix, similar ao Linux em diversos aspectos. Os pacotes não contém binários, mas sim o código fonte do programa, junto com um arquivo com parâmetros que são usados na compilação. Você pode ativar as otimizações que quiser, mas o processo de compilação e instalação é automático. Você pode instalar todo o KDE, por exemplo, com um "emerge kde". O Portage baixa os pacotes com os fontes (de forma similar ao apt-get), compila e instala.Nas versões atuais do Gentoo, você pode escolher entre diferentes modos de instalação. No stage 1 tudo é compilado a partir dos fontes, incluindo o kernel e as bibliotecas básicas. No stage 2 é instalado um sistema base pré-compilado e apenas os aplicativos são compilados. No stage 3 o sistema inteiro é instalado a partir de pacotes pré-compilados, de forma similar a outras distribuições. A única exceção fica por conta do kernel, que sempre precisa ser compilado localmente, mesmo ao usar o stage 2 ou 3. Entre eles, o stage 1 é naturalmente a instalação mais demorada, mas é onde você pode ativar otimizações para todos os componentes do sistema.

Já existe um conjunto crescente de distribuições baseadas no Gentoo, como vários live-CDs, com games e versões modificadas do sistema, alguns desenvolvidos pela equipe oficial, outros por colaboradores. Uma das primeiras distribuições a utilizar o Gentoo como base foi o Vidalinux.

Embora seja uma das distribuições mais difíceis, cuja instalação envolve mais trabalho manual, o Gentoo consegue ser popular entre os usuários avançados, o que acabou por criar uma grande comunidade de colaboradores em torno do projeto. Isto faz com que o Portage ofereça um conjunto muito grande de pacotes, quase tantos quanto no apt-get do Debian, incluindo drivers para placas nVidia e ATI, entre outros drivers proprietários, e exista uma grande quantidade de documentação disponível, com destaque para o Gentoo-Wiki, que inclui inúmeras dicas e receitas que podem ser úteis também em outras distribuições, sobretudo ao tentar configurar algum periférico problemático: http://www.gentoo-wiki.com.

Concluindo, além do Linux, existem outros sistemas Unix open-source, com destaque para o FreeBSD, OpenBSD, NetBSD e o OpenSolaris. Embora o kernel e alguns dos utilitários básicos do sistema sejam diferentes, os softwares usados (tais como o KDE, Gnome, Open Office e assim por diante) são basicamente os mesmos, o que torna os sistemas muito similares.

Se fosse feito um teste cego com uma instalação do FreeBSD ou do Solaris, configurados com o Gnome e outros softwares, a maioria dos usuários pensaria se tratar de apenas mais uma distribuição Linux. Um bom exemplo é o PC-BSD (http://www.pcbsd.org), uma distribuição do FreeBSD baseada no KDE.

Por bizarro que possa parecer, é possível rodar o KDE e outros aplicativos até mesmo sobre o Windows, substituindo a interface e os aplicativos padrão. É o tipo de exercício que não tem muita utilidade prática, já que se a idéia é usar o KDE, é muito mais fácil simplesmente baixar uma distribuição Linux que já venha com ele pré-instalado, como o Mandriva One, mas isso mostra até que ponto vai a criatividade dos desenvolvedores. :)
 
Donwloads 

Gentoo 2008.0
FreeBSD (Página do desenvolvedor)
OpenSolaris 2009.06


Fonte: Guia do Hardware




As três grandes famílias do Linux

Antes de falar dos outros três sistemas que faltam: Gentoo, BSD e Solaris, vou falr um pouco sobre as famílias do Linux, assim ficará mais fácil o entedimento do próximo post, sobre os três sistemas.

Em resumo, podemos classificar as distribuições Linux em três grandes famílias: As derivadas do Red Hat, como o Fedora e o Mandriva, as derivadas do Debian, como o Ubuntu e o Kubuntu e as derivadas do Slackware, como o Slax.

Apesar das diferenças estéticas, distribuições da mesma família são muito similares na organização dos arquivos, gerenciamento de pacotes, localização dos arquivos de configuração e assim por diante, de forma que é mais fácil para alguém acostumado com o Debian migrar para o Ubuntu, que faz parte da mesma família, do que migrar para o Fedora, por exemplo, que tem raízes completamente diferentes.

Você pode ver uma tabela mais completa com as origens de cada distribuição neste link do Distrowatch: http://distrowatch.com/dwres.php?resource=independence

No total, existem mais de 500 distribuições Linux sendo desenvolvida ativamente. Se incluirmos também as distribuições descontinuadas, o número sobe para mais de 2.000. Basicamente, qualquer pessoa ou empresa com tempo e conhecimentos suficientes pode desenvolver uma distribuição, tomando como base outra distribuição já existente como ponto de partida. O enorme volume de distribuições é ao mesmo tempo o principal defeito e o principal atrativo do Linux.

Defeito no sentido de que a falta de um sistema "padrão" (como no caso do Windows) gera confusão e retarda a adoção do sistema em muitos nichos e atrativo no sentido de que é justamente o grande número de distribuições e o processo de seleção natural que ocorre naturalmente entre elas que faz com que o sistema evolua tão rapidamente e seja capaz de se adaptar a ambientes tão diferentes.

Fonte: Guia do Hardware

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ubuntu: A Conquista dos PCs pelo Linux

O Ubuntu é a distribuição Linux mais utilizada atualmente, desenvolvida pela Ubuntu Foundation que é patrocinada pela Cannonical Inc., sem fins lucrativos que ganha dinheiro vendendo suporte, treinamento e versões customizadas do Ubuntu.Esta combinação de ONG e empresa tem dado muito certo, combinando os esforços de um sem número de voluntários e um grupo de desenvolvedores bem pagos que trabalham em tempo integral no desenvolvimento do sistema.

Ao contrário do sistema de numeração de versões em sequencia numérica, 1.0 , 2.0, 3.0, como nas outras distribuições, o Ubuntu adotou um sistema diferente em que o número da versão é marcado pela combinação do mês e do ano do lançamento da distribuição e recebem um codenome. A primeira versão foi a 4.10 lançada em outubro de 2004 com codinome Warty Warthog e a versão mais recente é a 9.04 lançado em abril de 2009 que tem o codenome Jaunty Jackalope.

Um dos grandes problemas do Ubuntu é o fato das versões possuírem suporte por apenas 18 meses, o que obriga o usuário a atulizar o sistema a cada três versões. Como uma opção para quem quer mais estabilidade e a opção de manter o sistema por mais tempo, existem as versões LTS (long term support), que recebem atualizações por um período de 3 anos (5 anos no caso dos servidores). Elas são as versões recomendáveis para estações de trabalho e para uso em empresas.

As versões LTS são montadas dentro de um controle de qualidade mais estrito e passam por um período de testes mais longo, resultando em versões mais estáveis. A primeira versão LTS foi o 6.06 (que receberá atualizações até junho de 2009), seguido pelo 8.04 (atualizações até abril de 2011). Se os planos não mudarem, a próxima versão LTS será o 10.04, planejado para abril de 2010.
 
Nas primeiras versões, o Ubuntu era fornecido em duas versões diferentes. O "Live CD" (que rodava diretamente a partir do CD-ROM) e o "Install CD", a versão principal, que era instalada através de um instalador em modo texto, derivado do instalador do Debian Sarge:


A partir do 6.10 as duas versões foram unificadas. O sistema passou a ser um Live-CD (chamado de "Desktop Edition"), que pode ser instalado diretamente.


Apesar de ser distribuído em um único CD, o Ubuntu utiliza um repositório bastante completo. Ao instalar o sistema, você tem um desktop pré-configurado, contendo um conjunto básico de aplicativos, que você pode personalizar instalando pacotes adicionais. Os repositórios do Ubuntu são construídos a partir do repositório unstable do Debian, processo no qual os pacotes recebem correções diversas e são recompilados, gerando o repositório "universe".

O Ubuntu deu origem a diversas distribuições, como o Kubuntu (baseado no KDE), o Xubuntu (baseado no XFCE) e assim por diante, que compartilham o mesmo repositório, mas são baseadas em conjuntos diferentes de pacotes.

Está disponível também o "Server Edition", uma versão destinada a servidores, que é baseada no mesmo repositório, mas instala apenas os componentes básicos do sistema, criando uma instalação enxuta onde podem ser instalados os serviços desejados.


Para baixar o Ubuntu acesse o post Como conseguir o Ubuntu 


Fonte: Clube do Hardware

domingo, 23 de agosto de 2009

Knoppix: O Live-CD tal como ele é hoje



O Knoppix é baseado em Debian, cuja versão 3.0 (a primeira a ganhar notoriedade) foi lançada em julho de 2002. O Knoppix acabou se tornando um marco dentro da história do Linux por dois motivos:
 
  1. Live-CD: O primeiro é que ele foi a primeira distribuição Linux live-CD realmente utilizável, oferecendo um bom desempenho e um excelente script de autoconfiguração, que detectava o hardware da máquina durante o boot, gerando os arquivos de configuração de forma automática e entregando um sistema funcional no final do processo. Distribuições live-CD anteriores, como o DemoLinux eram muito mais lentas e impráticas de usar.
  2. Possibilidade de remasterizar o CD: Gerando uma distribuição personalizada. Graças a isso, o Knoppix deu origem a um enorme número de novas distribuições, como o Kanotix (que deu origem ao atual Sidux), o Morphix (que, devido à sua arquitetura modular, ajudou a criar toda uma nova família de distribuições) e o Kurumin, que desenvolvi de 2003 a 2007.
Um live-CD é, em poucas palavras, uma versão pré-instalada do sistema, que utiliza um conjunto de truques para rodar diretamente a partir do CD-ROM. Tradicionalmente, qualquer sistema operacional precisa ser instalado no HD antes de ser usado. Você dá boot usando o CD ou DVD de instalação e é aberto um instalador (que, por sua vez, roda sobre algum sistema minimalista), que se encarrega de instalar e configurar o sistema principal. Depois de algum tempo respondendo perguntas e vendo a barra de progresso da cópia dos arquivos, você reinicia o micro e pode finalmente começar a usar o sistema. Isso é válido tanto para o Windows quanto para a maior parte das distribuições Linux.

Para quem já se acostumou com a idéia, pode parecer natural rodar o sistema a partir do CD e até mesmo instalar novos programas sem precisar modificar as informações salvas no HD, mas, em 2002, quando o Knoppix começou a ganhar popularidade, a idéia de rodar uma distribuição Linux completa a partir do CD-ROM era considerada uma idéia exótica. Muitas pessoas só acreditavam depois de desconectar o cabo flat do HD e ver que o sistema realmente dava boot apenas com o CD-ROM. :o

Apesar de receberam críticas por parte de alguns puristas, os live-CDs cresceram rapidamente em popularidade. O Ubuntu passou a ser um live-CD instalável a partir da versão 6.06, o Mandriva aderiu à idéia com o Mandriva Discovery (que foi sucedido pelo atual Mandriva One) e até mesmo o Fedora ganhou uma versão live-CD, o Fedora Live, sem contar o gigantesco volume de distribuições baseadas neles. Apesar do início tímido, os live-CDs dominaram o mundo.

Download Knoppix 6.0.1(Superdownloads)

Fonte: Clube do Hardware



sábado, 22 de agosto de 2009

Debian: Puramente Linux


O Debian é considerado a distribuição Linux mais "pura" por ser quase totalmente desenvolvida por voluntários. O Debian é considerado ainda a distribuição Linux mais estável, pois todas as novas versões são testadas exaustivamente antes de serem consideradas estáveis. Justamente por isso nem sempre você encontrará os pacotes mais atualizados: a preocupação principal é sempre a estabilidade. Graças a isso, o Debian é a distribuição mais usada em servidores e seus repositórios são usados como base para o desenvolvimento de um sem número de distribuições, entre elas o Ubuntu.
 Porém existem muito poucos usuários na versão desktop, justamente pelo grande número de configurações e falta de utilitários que automatizem essas configurações. Segmento este que foi preenchido por outras distribuições que se basearam em Debian, principalmente o Ubuntu.
Mas ainda assim é a maior distribuição Linux, tanto em número de desenvolvedores como de usuários. A primeira versão do Debian foi anunciada em 1993, mas só foi lançada em 1996, tempo esse para desenvolver as ferramentas do sistema. A versão mais recente é a Lenny(5.0) lançada em 27 de junho de 2009.
As versões do Debian são tão estáveis pois ficam congeladas, apenas recebendo correções de bugs e atualizações de segurança. O grande problema é como o intervalo entre as versões estáveis é bem maior que em outras distribuições, cerca de 18 meses, os pacotes acabam ficando desatualizados que os de outras distribuições como o Ubuntu, que possui versões a cada 6 meses. Para amenizar o inconveniente, existe a opção de usar o Testing, que é uma prévia da próxima versão estável. Como o Testing é uma versão "incompleta", que ainda está em desenvolvimento, normalmente o utilizamos em conjunto com o Unstable, de forma que pacotes que ainda não estejam disponíveis no Testing, possam ser instalados a partir dele.
Tipicamente, os pacotes começam no Unstable, onde recebem uma primeira rodada de testes e, depois de algumas semanas, são movidos para o Testing. Periodicamente, os pacotes no Testing são congelados, dando origem a uma nova versão estável. Além destes, existe o Experimental, usado como um laboratório para a inclusão de novos pacotes.
Como o instalação do Debian é feita por meio de 5 DVDs ou 31 CDs, darei o link diretamente do projeto Debian em português onde será melhor explicado o processo.
Obtendo o Debian
Fonte: Clube do Hardware

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

OpenSuSE - Visual e facilidade que conquistam usuários


A SuSE foi fundada em 1992, como uma empresa de consultoria especializada em Linux, que oferecia uma versão do Slackware traduzida para o alemão, além de suporte e serviços de personalização. Grande parte do trabalho dos primeiros anos se concentrou no desenvolvimento de um conjunto de ferramentas de configuração, que deram origem ao Yast (Yet another Setup Tool), cujas primeiras versões foram lançadas em 1994. Desde então, o Yast se tornou o principal diferencial da distribuição: um painel de controle central, bastante poderoso, que permite administrar o sistema de forma relativamente simples.

A primeira versão oficial do SuSE Linux foi o 4.2, lançado em maio de 1996, mas, como a numeração sugere, ela foi precedida por várias outras versões, que são hoje em dia consideradas não-oficiais.
Devido a essas mudanças é difícil catalogar o SuSE mas como ele se parece muito mais com o Fedora e Mandriva, o mais correto é classifica-lo na família Red Hat.
O SuSE começou a ser mais divulgado após sua aquisição pela Novell em 2003, até então era uma distribuição comercial, que não era disponibilizada para download e era necessário a compra de caixinhas com os CDs de instalação e os manuais. E a pratica da distribuição de cópias dos CDs não era permitida. Após a aquisição pela Novell, começou-se a liberar o códogo fonte do Yast e recrutar desenvolvedores voluntários para a melhoria do sistema.
A Novell também alterou o nome da distribuição de SuSE para OpenSUSE, com a diferenciação tabém no "U" que originalmente era minúsculo, mas por questões de marketing, alterou para maísculo.
A Novell também oferece versões comerciais do sistema o SUSE Linux Enterprise Desktop e o SUSE Linux Enterprise Server que são destinadas ao uso corporativo.
A versão mais recente é a 11.1
O principal destaque do OpenSUSE é a boa combinação de facilidade de uso e recursos. Em vez de remover recursos do sistema com o objetivo de reduzir o volume de escolhas e assim tornar o sistema mais simples de usar, os desenvolvedores optam por manter todos os recursos disponíveis e organizá-los através de opções do Yast e nos menus. Com isso, chegaram a uma distribuição com uma excelente apresentação visual e relativamente simples de usar, que ao mesmo tempo oferece um volume muito grande de opções avançadas.
Link para Download
OpenSUSE


Estão disponíveis duas versões live-CD, uma baseada no KDE e outra no Gnome e também uma versão em DVD, contendo todos os pacotes. Assim como no caso do Mandriva, as versões live-CD incluem uma imagem pré-instalada do sistema, onde você não tem a opção de personalizar a seleção de pacotes ao instalar no HD, enquanto a versão em DVD oferece um instalador tradicional, com um volume muito maior de opções de personalização.

Para quem prefere fazer uma instalação via rede, está disponível também o "Internet Installation Boot Image", um ISO de apenas 70 MB, que inclui apenas o instalador e alguns pacotes básicos e baixa todos os demais durante o processo de instalação.

Além das versões regulares, para processadores de 32 bits, estão disponíveis também versões para processadores de 64 bits e uma versão para PPC (os Macs antigos, baseados em processadores PowerPC), totalizando 10 versões diferentes.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mandriva: A união franco brasileira


O Mandriva surgiu da fusão entre o Mandrake (francesa) com o Conectiva (brasileira), ambas baseadas em Red Hat.

O Conectiva foi a primeira distribuição Linux nacional  e por muito tempo foi uma das mais usadas por aqui, atendendo tanto usuários domésticos, quanto empresas. A primeira versão do Conectiva Linux foi lançado em 1997.
O Mandrake começou de uma forma modesta, como uma versão modificada do Red Hat, lançada em julho de 1998, cuja principal modificação foi a inclusão do KDE (ainda na versão 1.0). O KDE e o Gnome são os dois ambientes gráficos mais usados no Linux, dividindo a preferência dos usuários e das distribuições. Ambos rodam sobre o X, usando os recursos oferecidos por ele. O "X" cuida do acesso à placa de vídeo, teclado, mouse e outras funções "base", enquanto o KDE ou Gnome cuidam da interface que é mostrada a você.

Superando todas as expectativas, o Mandrake conquistou rapidamente um grande número de usuários. A partir de um certo ponto, ele passou a ser desenvolvido de forma independente, sempre com o foco na facilidade de uso. Muita gente começou a usar Linux justamente com o Mandrake 10 e 10.1.
Em 2005 aconteceu a fusão entre o Mandrake e o Conectiva, que deu origem ao atual Mandriva, uma evolução do Mandrake, que passou a ser desenvolvido combinando os esforços das equipes em ambas as distribuições.
O Mandriva é uma das distribuições Linux mais fáceis de usar, desenvolvida com foco no usuário doméstico. O Mandriva foi uma das primeiras distribuições a incluir um instalador gráfico e ferramentas de configuração fáceis de usar, ainda na época em que o Linux estava restrito ao público técnico.

Ele é distribuído em três versões. O Mandriva One é um live-CD, que pode ser também instalado no HD, de maneira muito similar ao Ubuntu Desktop. O One é a versão mais fácil de usar, já incluindo plugins e outros componentes proprietários, e por isso é também a mais usada. Como o espaço é restrito, devido à necessidade de colocar todo o sistema em um único CD, existem versões separadas do Mandriva One com o KDE e com o GNOME.

Em seguida, temos o Mandriva Free (versão que abordo aqui) que corresponde à versão tradicional, onde você dá boot e faz a instalação através do DrakX, o instalador usado desde os tempos do Mandrake. A grande vantagem é que ela inclui um volume muito maior de pacotes (um DVD cheio) e permite que você defina quais componentes quer instalar.

A principal observação com relação ao Mandriva Free é que, como o nome sugere, ele inclui apenas pacotes livres, deixando de fora plugins e codecs, que podem ser adicionados manualmente após a instalação do sistema.

Temos ainda o Mandriva Powerpack, uma versão comercial que se diferencia do Mandriva Free por incluir alguns drivers e aplicativos proprietários (como os drivers para placas Atheros, drivers para placas da nVidia e da ATI, o Acrobat Reader, RealPlayer, alguns codecs e outros componentes adicionais), que não fazem parte do Mandriva Free por não serem open-source. Na verdade, estes componentes podem ser instalados no Mandriva Free através de repositórios adicionais; o fato de eles não serem incluídos nas mídias de instalação é apenas uma forma que a Mandriva encontrou para estimular o uso da versão paga.

Links para Download
http://www.mandriva.com/en/download/

Na página que surgira deve-se escolher qual a versão a ser baixada e em Public Mirror Network o país onde será feito o download ou um país próximo caso não conste na lista.
Fonte: Guia do Hardware

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Links para baixar Fedora 10 e Slackware 12.2

Nessa postagem darei os links para baixar as duas distribuições postadas anteriormente:

Slackware 12.2
  • ISO CD-ROM
  1. Slackware 12.2 Install ISO disc 1 (A/AP/D/E/L/N, bootable installer, kernels, Slackbook)
  2. Slackware 12.2 Install ISO disc 2 (F/K/T/TCL/X/XAP/Y, L source)
  3. Slackware 12.2 Install ISO disc 3 (KDE/KDEI)
  4. Slackware 12.2 ISO disc 4 (A/AP/D/E/F/installer source, extra/, pasture/, old Berkeley DB packages)
  5. Slackware 12.2 ISO disc 5 (K/KDE/KDEI source)
  6. Slackware 12.2 ISO disc 6 (N/T/TCL/X/XAP/Y source, USB and PXE installers

  • ISO DVD Completo
  1. Slackware 12.2 DVD ISO (everything)


Fedora 10

  1. DVD de Instalação - 3,5 GB (Multi-idioma)
  2. LiveCD Fedora GNOME + BrOffice.org - 670 MB (Português)
  3. LiveCD Fedora KDE - 687 MB (Inglês)


Todos os downloads são em Torrent, para baixá-lo recomendo o uso do µTorrent.
Nos próximos posts desponibilizarei os links juntamente com a postagem.

Red Hat: O Inovador


Lançado em novembro de 1994, com o objetivo de facilitar a configuração e automatização do sistema que era bem complicada com o Slackware, incluia várias ferramentas de configuração.

Foi a primeira distribuição a utilizar o gerenciamento de pacotes, onde os aplicativos eram transformados em pacotes compactados e ionstalados com um único clique, e também facilita a remoção do aplicativo, não deixando vestígios de bibliotecas nem no registro, como acontece no Windows.
 O uso do gerenciador de pacotes hoje é a grande diferença entre o Linux e o Windows, no Windows você clica no executável do programa e é aberto um instalador; no Linux você usa o gerenciador de pacotes para instalar os programas que quer usar.
Depois de 2003 passou a concentrar seus esforços no ramo empresarial lançando o Red Hat Enterprise Linux, a consequência mais marcante disso foi a retirada do mercado do Red Hat Desktop que no momento possuia a maoir parte de usuários.
A última versão do Red Hat foi a 9, a partir daí passou a se chamar Fedora e passou a combinar esforços da equipe do Red Hat com voluntários, o Fedora herdou a maior parte dos usuários do Red Hat Desktop tornando a distribuição mais usada rapidamente.
Distribuições Baseadas no Red Hat
  • Mandrake - Francesa
  • Conectiva - Brasileira
  • SuSE - Alemã
Fonte: Clube do Hardware

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Slackware: O pioneiro que sobrevive ao tempo

É a distribuição Linux mais antiga ainda ativa, foi lançado em julho de 1993 e foi desenvolvido desde seu ínicio por um único desenvolvedor Patrick Volkerding, que conta esporadicamente conta com a ajuda de outros desenvolvedores. Ele mesmo faz todos os testes e inclusão de novos pacotes, lançando periodicamente uma nova versão com todo o trabalho realizado até então.
 A primeira versão foi lançada em julho de 1993, com uma instalação que ainda usava disquetes,  e novas versões são lançadas a cada 1 ou 2 anos. A última versão é a 12.2 que foi lançada em dezembro de 2008. Uma curiosidade é que não existiram as versões 5.0 e 6.0, sendo que a numeração pulou da 4.0(maio de 1999) para a 7.0(outubro de 1999), para acompanhar a Red Hat, que era a mais usada no momento, evitando que o Slackware parecesse desatualizado perante o concorrente.
Mesmo sendo simples, é considerado uma das mais difícies distribuições Linux, visto que quase tudo, desde suas configurações mais básicas  devem ser feitas manualmente. O objetivo do Slackware é manter-se fiel a suas raízes, ao invés de facilitar o uso para o usuário. Também é a única distribuição que não possui um intalador gráfico,
Sua instalação é relativamente simples, porém o grande problema vem após ela. Som, rede, impressora, tudo deve ser configurado manualmente. Além disso, ao contrário de outras distribuições, não existem versões beta do sistema.
Mas pelo fato de sua dificilidade de apendizado, muitos consideram que este é a melhor distribuição para se aprender Linux, uma vez que ele não esconde do usuário o que está sendo feito na máquina.
Não possui as inovações gráficas apresntadas em outras distribuições, mas é altamente confiável e muito utilizado em servidores.
Conclusão
À primeira vista, o Slackware parece ser um sistema extremamente complicado. Ele é uma das poucas distribuições Linux que ainda não possuem instalador gráfico e toda a configuração do sistema é feita manualmente, com a ajuda de alguns poucos scripts simples de configuração. Entretanto, o Slackware oferece um estrutura de arquivos de configuração e de pacotes muito mais simples que outras distribuições, o que o torna uma distribuição ideal para entender mais profundamente como o sistema funciona.
Se as distribuições fossem carros, o Slackware seria o Fusca. Ele não possui nenhum dos confortos encontrados em outros carros atuais, mas em compensação possui uma mecânica extremamente simples, o que também o torna fácil de modificar e de consertar. É justamente por isso que o Slackware possui tantos fans, apesar da idade avançada. Ele é complicado na superfície, porém simples e confiável no interior.
Derivacões Brasileiras que se basearam em Slackware:
  • CEMF - Distribuição que roda direto de dentro de uma partição ou instalação Windows.
  • Cytrum - Distribuição projetada para aumentar o nível de segurança de servidores / VoIP-PBX
  • GoblinX - Live CD que instalado converte os pacotes .tgz em módulos .mo.
  • JoLinux - Distribuição com kernel 2.6 já por padrão.
  • Kinux - Distribuição
  • PC Master - Distribuição
  • pQui - Distribuição desenvolvida por Hudson Figueredo.
  • RFS  - Distribuição
  • Litrix Linux - Distribuição que trocou sua base do Slackware para Gentoo
  • Definity - Distribuição desenvolvida em Curitiba em 2003 já desativada


Fonte: Clube do Hardware, Wikipedia

Nova Série de Posts

Olá pessoal, estive algum tempo ausente do blog, mas agora estou de volta com uma nova série: Distribuições Linux;
Na série anterior: Indo Além do Windows, um pouco sobre três sistemas operacionais que concorrem com o gigante da Microsoft, Ubuntu, Mac OS X e o misterioso Goobuntu da Google.

A partir de agora falarei um pouco mais a respeito das principais distribuições baseadas em Unix, a partir delas que nasceram cerca de 98% das mais de 500 distribuições existentes atualmente no mercado, contando apenas as distribuições ativas, nos posts seguintes falarei sobre cada uma delas:
 
  • Slackware
  • Red Hat/Fedora
  • Mandriva
  • OpenSUSE
  • Debian
  • Knoppix
  • Ubuntu
  • Gentoo
  • BSD
  • Solaris
Cada uma com suas características próprias, também falarei de algumas distribuições que surgiram a partir dessas dez, a cada dia explicarei uma distribuição. Depois também falarei sobre a instalação e configuração das principais distribuições utilizadas atualmente.

domingo, 5 de julho de 2009

História dos Computadores

Bem resolvi fazer um post com um pouco da  evolução dos computadores.
A história do computador começa por volta do Séc. II a.C. com o desenvolvimento do ábaco pelos Babilônios, que era utilizado para realizar operações difíceis de calcular mentalmente ou com os dedos.

Em 1642 na França Blaise Pascal, com 19 anos, utiliza seu conhecimento com engrenagens e cria um sistema mecânico para fazer cálculos matemáticos, apenas somas e subtrações.
 Em 1671 na Alemanha Gottfried Leibniz construiu uma máquina capaz de fazer as quatro operações básicas(soma, subtração, multiplicação e divisão)

Durante o séc. XVIII houve um grande avanço em relação as máquinas que utilizavam cartões perfurados.
Em 1890 nos Estados Unidos Herman Hollerith, utilizou projetou um sistema que utilizava cartões perfurados, para fazer o censo populacional, posteriormente os cartões eram lidos por um sistema eletrônico e contados mecanicamente. Posteriormente Hollerith fundou a Tabulating MachineCompany, que deu origem em 1924 a IBM.

Em 1937 na Universidade de Harvard Howard Aiken se propôs a projetar uma calculadora eletromecânica, fabricada depois pela IBM, a Mark 1. Pesava 5 toneladas e funcionava por meio de 5000 relés e era programada com a conexão e desconexão de pinos. Foi utilizada pela Marinha dos Estados Unidos durante a 2º Guerra Mundial.
A partir deste ponto podemos classificar os computadores em 4 gerações pelo sistema que utilizavam:

  • 1º Geração (1943 - 1955): Uso de válvulas à vácuo;
  • 2º Geração (1955 - 1965): Uso de transistores;
  • 3º Geração (1965 - 1971): Uso de circuito integrados;
  • 4º Geração (1971 - Hoje): Uso de microprocessadores;
A partir de 1943 com a construção do ENIAC (Electronic Numerical Intregator and Calculator) e sua principal característica era o uso de válvulas à vácuo. Teve um custo de 10 milhões de dólares, pesava 30 toneladas, tinha 30 metros de comprimento por 3 metros de altura. Com 18.000 válvulas e consumia 140 Kilowatts. Porém atualmente uma calculadora de bolso é mais potente devido o uso de circuitos integrados.
Como a programação do ENIAC não era fácil seus criadores começaram a desenvolver o EDVAC que utilizava cartões perfurados. Os mesmos cientistas desenvolveram o UNIVAC(Universal Automatic Computer) que foi o primeiro computador com fins comerciais.

Após 1955 as válvulas foram substituídas por transistores, que permitiram computadores menores, mais potentes e mais econômicos.
Em 1965 houve o surgimento do circuito integrado que permitia colocar numa pastilha de silício todas as conexões necessárias, com isso aumenta-se a velocidade de processamento. Reduziram-se os custos e começou-se a produção de minicomputadores que passaram a armazenar as informações em discos magnéticos e não mais em fitas magnéticas, que foram utilizadas entre 1955 e 1965.

Em 1971, a Intel, desenvolve um microcircuito que podia ser programado como um computador: o microprocessador, que caracteriza todos os computadores a partir desta data. Graças a sua criação comercializou-se o computador pessoal ou microcomputador destinado ao uso individual.
Fonte: Barsa Temática

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Goobuntu


Antes de falar do Unix resolvi falar do Goobuntu, o Sistema Operacional da Google. Houveram muitos boatos sobre o fato da Google estar criando realmente um Sistema Operacional. Na verdade o Goobuntu não passa de uma modifição feita pela Google no Ubuntu, que foi falado anteriormente, tal fato foi confirmado pelo próprio Mark Shuttleworth. Existem muitas montagens sobre a aparência desse sistema, para vê-las é só digitar Goobuntu na pesquisa de imagens do Google.
 
Porém a Google informou que esse sistema é apenas para uso próprio dela, nos computadores da empresa. Porém para que a Google o use em seus computadores, ele deve ser relamente bom.
Espero que ele venha a ser lançado comercialmente, dessa forma o Linux ganharia muito mais destaque, visto que a Google possui várias ferramentas que competem com a Microsoft, como browser(Google Chrome) e até uma suite office(Google Docs), então associando-se o nome forte que a Google possui com a popularidade do Ubuntu, teriámos um grande concorrente para a Microsoft, que atualmente lançou um buscador, o Bing, muito bom, para concorrer com o Google. Assim aqueles que possuem medo de utilizar o Linux, ficariam mais confiantes ao um nome tão conhecido.
E o que vocês acham, pensam com eu? 

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mac OS X

Hoje falaremos do Mac OS X( lê-se Mac OS "Dez" e não Mac OS "Xis").
O Mac é um produto da Apple, para computadores Machintosh, da mesma empresa. 
Apesar de seu kernel ser baseado em UNIX, sua interface gráfica(Aqua) é de código fechado o que o torna diferente de outros sistemas baseados em Unix, como o Linux. E tmbém o torna diferente do Windows, vamos a algumas características que podem distingui-lo de outros sistemas.
 
  • Compatível apenas com computadores da Apple, pela diferença de arquitetura utilizada nos processadores(a Apple utilza processadores PowerPC); existe uma maneira de instalá-lo em PCs convencionais, porém é trabalhosa até mesmo para experts. A Apple mudará sua linha para usar em processadores Intel, o que faciltará a dispersão do Mac;
  • Possui um único menu no topo tela que muda conforme o aplicativo usado, ou seja, os aplicativos do Mac não tem um menu próprio;
  • Na parte inferior da tela, fika o Dock, onde se encontram os palicativos mais usados, a lixeira e os aplicativos minimizados;
  • O restante da tela é o Desktop, onde estão os ícones de mídias( HD, CD, DVD) e atalhos colocados pelo usuário;
  • Uma das primeiras coisas que devemos levar em conta quando usamos o Mac pela primeira vez, é que devemos esquecer tudo que sabemos sobre: Linux, Windows e Informática, dessa forma descobriremos o que realmente o Sistema oferece para nós;
Bem esta é uma visão geral a respeito desse Sistema Operacional que eu nunca tive a honra de experimentar(por enquanto), que prima por seu visual, e é bem intuitivo e fácil de utilizar.
Peço aqueles que já tiveram a honra de utilizá-lo que comentem e falem a respeito de suas experiências.
Para quem quiser saber mais é seguir o link no final do post.
Até a próxima
Fonte: Mac OS X 

Como conseguir o Ubuntu

Vou postar agora como vocês podem adquirir o Ubuntu. O mesmo pode ser feito de duas formas pela requisição do CD diretamente da Cannonical ou fazendo o download, para aqueles que não querem esperar os dois meses para a chegada do CD, postarei os links para baixá-lo. Já que no universo Linux não existe cópia pirata. Para aqueles que quiserem pedir os CD's colocarei as instruções, e o processo é totalmente gratuito. Não é cobrada nem mesmo a taxa de entrega.
 Baixar o Ubuntu:
Link para Baixar o Ubuntu
  • Choose a Version deve-se escolher qual a versão a ser baixada;
  • Choose a download location near you: qual o local mais próximo para download
  • Custom Options: a arquitetura do computador onde o sistema será instalado, geralmente 32bits.
Depois clicamos em Begin Download, para que o download seja iniciado. Terminado o download gravamos a ISO num CD através de um queimador de CDs, como o Nero.
Pedir o CD:
Link para Pedir o CD
  • Haverão dois links: Request a CD of Ubuntu Desktop Edition Request a CD of Ubuntu Server Edition; Apenas selecione o segundo caso o Ubuntu for ser instalado em um servidor, caso seja uma máquina comum clique no primeiro link.
  • Você deverá criar uma conta no Launchpad, se ainda não a tiver. Após criar a conta aparecerá uma tela para que você informa seus dados. Marcar a quantidade de CDs que deseja, após confirmar o pedido. É só aguardar em torno de 2 meses e estará chegando em sua casa o seu pedido.
Espero ter ajudado. Aguardem o próximo post sobre a série: Sistemas Operacionais - Indo Além do Windows, falaremos sobre o Mac OS X. Até a próxima.

Ubuntu

Bem vamos começar a esperada série: Sistemas Operacionais - Indo Além do Windows.
O primeiro Sistema Operacional que irei apresentar a vocês é o Ubuntu, que eu uso e recomendo a todos que querem evitar a pirataria, mas não tem como pagar uma licença, exorbitante por sinal, de um Windows Original.
O slogan do Ubuntu define bem o conceito de Linux, "Linux for Human Beings" (Linux para Seres Humanos), qualquer um pode utilizar o Ubuntu mesmo sem conhecimentos na área da Informática, o que não é possivel em outras distribuições Linux. Descreverei alguns motivos pelo qual eu recomendo o Ubuntu, mas também mostrarei em qual pontos o sistema é falho mantendo a hegemonia, não tão suprema agora, dos Sistemas Windows da Microsoft. 
 
Ubuntu é uma filosofia africana que pode ser traduzida como "Humanidade para os Outros", percebemos mais uma vez o conceito de Software livre, onde todos podem ajudar no desenvolvimento e melhora dos sistemas. Dessa forma todos no universo do Software Livre estão abertos e disponíveis para os outros, não numa hierarquia, mas sim em igualdade com todos, seja ele um programador ou um simples usário do sistema final.
Vamos agora propriamente as características do sistema que o fazem tão competitivo num mercado já dominado até então.
Quando Surgiu: Em 2004, pela Cannonical, dirigida por Mark Shuttleworth, bilionário sul-africano (percebemos de onde vem a idéia do nome);
Versões: Lançamento a cada 6 meses,  a versão atual é a 9.04 lançada em abril. Percebemos diferentemente de outros sistemas que o Ubuntu segue um modelo de nomeação de versões diferente, onde vem primeiro o ano do lançamento seguido pelo mês do lançamento, dessa forma a próxima versão do Ubuntu será a 9.10, que será lançada em outubro deste ano. Apesar do surgimento rápido de novas versões, cada versão possui suporte durante 18 meses, e não há incopatibilidade de softwares em diferentes versões como ocorre frequentemente com o Windows.
Vantagens: Chegamos ao ponto principal do post, os pontos em que o Linux é melhor que o Windows.
  • Gratuito, em alguns poucos existem  uma licença a ser paga;
  • Maior segurança com relação a vírus, existem poucos vírus para Linux ainda;
  • LiveCD, roda diretamente no CD, ou em um PenDrive, sem necessidade de formatação do computador;
  • Suporte, existem fóruns que tratam desde pequenos problemas com softwares até a programação do sistema;
  • No caso do Ubuntu, ele possui drivers até mesmo para dispositivos que geralmente não possuem suporte para Linux, é o caso das Impressoras HP onde seus drivers são apenas para Windows e Mac, mas o Ubuntu reconhece esses drivers e permite o uso da impressora.
Desvantagens: Porque que o Windows ainda é o preferido?
  • Falta de Softwares para aplicações pesadas como AutoCAD;
  • Jogos famosos não possuem versões para Linux, justamente pelo fato de pedirem mais desempenho do Sistema Operacional;
  • Geralmente o Linux não consegue reconhecer formatos próprios dos programas do Windows, é o caso do .wma(Windows Media Audio) e .wmv(Windows Media Video) que são ligados ao Windows Media Player, para que se possa ter acesso a esses formatos devemos instalar plugins específicos(o que toma tempo e paciência).
A partir desta breve comparação entre Windows e o Linux(em geral), espero que você leitor possa descobrir qual o sistema ideal para você.
O Ubuntu é a distribuição Linux mais utilizada atualmente, existem mais de 10 milhóes de usários em todo o mundo, principalmente nos países que buscam a revolução tecnológica, mas mesmo na Europa vários paises adotaram o Ubuntu, por sua facilidade de uso. Alguns exemplos:
  • Macedônia: distribuição de 180 mil cópias às crianças.
  • Espanha: O sistema escolar possui 195 mil computadores com Ubuntu.
  • França: Assembléia Nacional e a Polícia Militar utilizam o Ubuntu em 80 mil computadores. 
Agora deixo que você tire suas próprias conclusões e espero ter esclarecido um pouco a idéia de Linux.


Qual Sistema Operacional Usar?

Bem esta é uma dúvida que semprem nos acompanhará, por esse motivo resolvi fazar uma série de postagens onde farei uma avaliação de vários S.O. passando desde o já conhecido Windows até os menos utilizados como as distribuições Linux.  Mostrarei pontos positivos e negativos sobre cada um deles, após terminar a série de postagens farei uma comparação entre os sistemas que apresentei e deixarei a sua escolha leitor, sobre qual o sistema que você irá utilizar. Também postarei informações sobre como obtê-los e quando possível links para download. 

E para os que apenas conhecem o Windows: Não se pode pensar que apenas pelo fato de um sistema ser gratuito não significa que ele seja pior que um pago. Tentarei quebrar esse tabu, mostrando que exixtem soluções gratuitas e muito boas, que substituem muito bem os pagos.

Espero que aproveitem. O primeiro post da série será sobre o Ubuntu.