sábado, 29 de agosto de 2009
Programas para usar no Linux.
Vou falar sobre alguns aplicativos, e dar algumas soluções para Linux.
Os seguintes aplicativos que tratarei nos próximos posts serão:
Windows Live Messenger
Windows Media Player
Microsoft Office
Internet Explorer
Adobe Acrobat Reader
Adobe Photoshop
para cada um dos aplicativos acima, apresentarei os mais famosos para Linux, com descrição sobre cada um e links para download das últimas versões.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Fedora 11
“Depois de tanto esperar, é com enorme prazer, que o Projeto Fedora Brasil anuncia hoje o lançamento da décima primeira versão de uma das maiores e mais famosas distribuições GNU/Linux do mundo, conhecida por sua característica inovadora, sempre atuando na vanguarda da tecnologia. Antecipando-se à maioria das vezes no lançamento de novidades.
Fonte: BrLix.Org
Links para download do Fedora 11
Fedora 11 Live-CD
Lançamento do Slackware 13.0
Tradução do anúncio oficial:
Esta nova versão vem com muitas modificações desde o Slackware 12.2, incluindo todo um retrabalho em cima do conjunto de pacotes do X (na maioria das vezes, um arquivo de configuração do X não é mais necessário), as principais atualizações para os ambientes desktop (KDE versão 4.2.4 e XFCE versão 4.6.1), um novo formato de pacote .txz que permite uma compressão muito melhor além de outras atualizações em geral — relativas a ambientes de desenvolvimento, serviços de rede, bibliotecas e as aplicações principais, como o Firefox e Thunderbird. Achamos que você vai concordar que valeu a pena esperar por esta nova versão do Slackware. Além do que, esta é a primeira versão do Slackware com suporte nativo à arquitetura x86_64 de 64-bits! Agradecimentos ao Eric Hameleers por todo o trabalho desempenhado, especialmente com a versão para 64-bits.
Fonte: BrLinux.Org
- Torrents for Slackware 13.0, 32-bit x86
Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 1 (A/AP/D/E/L/N, bootable installer, kernels, testing/, Slackbook)
Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 2 (F/K/T/TCL/X/XAP/Y, L source)
Slackware 13.0 x86 Install ISO disc 3 (KDE/KDEI)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 4 (A/AP/D/E/F/installer source, extra/, pasture/, old Berkeley DB packages)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 5 (KDE/KDEI source)
Slackware 13.0 x86 ISO disc 6 (K/N/T/TCL/X/XAP/Y source, USB and PXE installers)
Slackware 13.0 x86 DVD ISO (everything)
- Torrent for Slackware 13.0, 64-bit x86_64
Slackware 13.0 x86_64 DVD ISO (everything)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Ótimo site para descobrir qual a melhor distribuição Linux para você:
O meu por exemplo deu:
100% Ubuntu
100% Kubuntu
100% Linux Mint
95% Debian
90% Ark Linux
Um resultado muito correto, já que a minha preferência é pelo Ubuntu.
Façam o teste e postem os resultados nos comentários, caso a distribuição não esteja no blog ainda, farei um post sobre ela com os links para download.
Linux Distribution Chooser
É só escolher o idioma do teste e começar a fazer.
Abraço
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Gentoo: Inovação no universo Linux; BSD e Solaris: Parecem Linux mas não é
O Gentoo inaugurou uma nova linhagem trazendo uma abordagem diferente das demais distribuições para a questão da instalação de programas e instalação do sistema. Tradicionalmente, novos programas são instalados através de pacotes pré-compilados, que são basicamente arquivos compactados, contendo os executáveis, bibliotecas e arquivos de configuração usados pelo programa. Estes pacotes são gerenciados pelo apt-get, urpmi, yun ou outro gerenciador de pacotes adotado pela distribuição em uso. Compilar programas a partir dos fontes passa a ser então um último recurso para instalar programas recentes, que ainda não possuem pacotes disponíveis.
O Gentoo utiliza o Portage, um gerenciador de pacotes que segue a idéia dos ports do FreeBSD, que é outro sistema Unix, similar ao Linux em diversos aspectos. Os pacotes não contém binários, mas sim o código fonte do programa, junto com um arquivo com parâmetros que são usados na compilação. Você pode ativar as otimizações que quiser, mas o processo de compilação e instalação é automático. Você pode instalar todo o KDE, por exemplo, com um "emerge kde". O Portage baixa os pacotes com os fontes (de forma similar ao apt-get), compila e instala.Nas versões atuais do Gentoo, você pode escolher entre diferentes modos de instalação. No stage 1 tudo é compilado a partir dos fontes, incluindo o kernel e as bibliotecas básicas. No stage 2 é instalado um sistema base pré-compilado e apenas os aplicativos são compilados. No stage 3 o sistema inteiro é instalado a partir de pacotes pré-compilados, de forma similar a outras distribuições. A única exceção fica por conta do kernel, que sempre precisa ser compilado localmente, mesmo ao usar o stage 2 ou 3. Entre eles, o stage 1 é naturalmente a instalação mais demorada, mas é onde você pode ativar otimizações para todos os componentes do sistema.
Já existe um conjunto crescente de distribuições baseadas no Gentoo, como vários live-CDs, com games e versões modificadas do sistema, alguns desenvolvidos pela equipe oficial, outros por colaboradores. Uma das primeiras distribuições a utilizar o Gentoo como base foi o Vidalinux.
Embora seja uma das distribuições mais difíceis, cuja instalação envolve mais trabalho manual, o Gentoo consegue ser popular entre os usuários avançados, o que acabou por criar uma grande comunidade de colaboradores em torno do projeto. Isto faz com que o Portage ofereça um conjunto muito grande de pacotes, quase tantos quanto no apt-get do Debian, incluindo drivers para placas nVidia e ATI, entre outros drivers proprietários, e exista uma grande quantidade de documentação disponível, com destaque para o Gentoo-Wiki, que inclui inúmeras dicas e receitas que podem ser úteis também em outras distribuições, sobretudo ao tentar configurar algum periférico problemático: http://www.gentoo-wiki.com.
Concluindo, além do Linux, existem outros sistemas Unix open-source, com destaque para o FreeBSD, OpenBSD, NetBSD e o OpenSolaris. Embora o kernel e alguns dos utilitários básicos do sistema sejam diferentes, os softwares usados (tais como o KDE, Gnome, Open Office e assim por diante) são basicamente os mesmos, o que torna os sistemas muito similares.
Se fosse feito um teste cego com uma instalação do FreeBSD ou do Solaris, configurados com o Gnome e outros softwares, a maioria dos usuários pensaria se tratar de apenas mais uma distribuição Linux. Um bom exemplo é o PC-BSD (http://www.pcbsd.org), uma distribuição do FreeBSD baseada no KDE.
Por bizarro que possa parecer, é possível rodar o KDE e outros aplicativos até mesmo sobre o Windows, substituindo a interface e os aplicativos padrão. É o tipo de exercício que não tem muita utilidade prática, já que se a idéia é usar o KDE, é muito mais fácil simplesmente baixar uma distribuição Linux que já venha com ele pré-instalado, como o Mandriva One, mas isso mostra até que ponto vai a criatividade dos desenvolvedores. :)
Donwloads
Gentoo 2008.0
FreeBSD (Página do desenvolvedor)
OpenSolaris 2009.06
Fonte: Guia do Hardware
As três grandes famílias do Linux
Em resumo, podemos classificar as distribuições Linux em três grandes famílias: As derivadas do Red Hat, como o Fedora e o Mandriva, as derivadas do Debian, como o Ubuntu e o Kubuntu e as derivadas do Slackware, como o Slax.
Apesar das diferenças estéticas, distribuições da mesma família são muito similares na organização dos arquivos, gerenciamento de pacotes, localização dos arquivos de configuração e assim por diante, de forma que é mais fácil para alguém acostumado com o Debian migrar para o Ubuntu, que faz parte da mesma família, do que migrar para o Fedora, por exemplo, que tem raízes completamente diferentes.
Você pode ver uma tabela mais completa com as origens de cada distribuição neste link do Distrowatch: http://distrowatch.com/dwres.php?resource=independence
No total, existem mais de 500 distribuições Linux sendo desenvolvida ativamente. Se incluirmos também as distribuições descontinuadas, o número sobe para mais de 2.000. Basicamente, qualquer pessoa ou empresa com tempo e conhecimentos suficientes pode desenvolver uma distribuição, tomando como base outra distribuição já existente como ponto de partida. O enorme volume de distribuições é ao mesmo tempo o principal defeito e o principal atrativo do Linux.
Defeito no sentido de que a falta de um sistema "padrão" (como no caso do Windows) gera confusão e retarda a adoção do sistema em muitos nichos e atrativo no sentido de que é justamente o grande número de distribuições e o processo de seleção natural que ocorre naturalmente entre elas que faz com que o sistema evolua tão rapidamente e seja capaz de se adaptar a ambientes tão diferentes.
Fonte: Guia do Hardware
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ubuntu: A Conquista dos PCs pelo Linux
Ao contrário do sistema de numeração de versões em sequencia numérica, 1.0 , 2.0, 3.0, como nas outras distribuições, o Ubuntu adotou um sistema diferente em que o número da versão é marcado pela combinação do mês e do ano do lançamento da distribuição e recebem um codenome. A primeira versão foi a 4.10 lançada em outubro de 2004 com codinome Warty Warthog e a versão mais recente é a 9.04 lançado em abril de 2009 que tem o codenome Jaunty Jackalope.
Um dos grandes problemas do Ubuntu é o fato das versões possuírem suporte por apenas 18 meses, o que obriga o usuário a atulizar o sistema a cada três versões. Como uma opção para quem quer mais estabilidade e a opção de manter o sistema por mais tempo, existem as versões LTS (long term support), que recebem atualizações por um período de 3 anos (5 anos no caso dos servidores). Elas são as versões recomendáveis para estações de trabalho e para uso em empresas.
As versões LTS são montadas dentro de um controle de qualidade mais estrito e passam por um período de testes mais longo, resultando em versões mais estáveis. A primeira versão LTS foi o 6.06 (que receberá atualizações até junho de 2009), seguido pelo 8.04 (atualizações até abril de 2011). Se os planos não mudarem, a próxima versão LTS será o 10.04, planejado para abril de 2010.
Nas primeiras versões, o Ubuntu era fornecido em duas versões diferentes. O "Live CD" (que rodava diretamente a partir do CD-ROM) e o "Install CD", a versão principal, que era instalada através de um instalador em modo texto, derivado do instalador do Debian Sarge:
A partir do 6.10 as duas versões foram unificadas. O sistema passou a ser um Live-CD (chamado de "Desktop Edition"), que pode ser instalado diretamente.
Apesar de ser distribuído em um único CD, o Ubuntu utiliza um repositório bastante completo. Ao instalar o sistema, você tem um desktop pré-configurado, contendo um conjunto básico de aplicativos, que você pode personalizar instalando pacotes adicionais. Os repositórios do Ubuntu são construídos a partir do repositório unstable do Debian, processo no qual os pacotes recebem correções diversas e são recompilados, gerando o repositório "universe".
O Ubuntu deu origem a diversas distribuições, como o Kubuntu (baseado no KDE), o Xubuntu (baseado no XFCE) e assim por diante, que compartilham o mesmo repositório, mas são baseadas em conjuntos diferentes de pacotes.
Está disponível também o "Server Edition", uma versão destinada a servidores, que é baseada no mesmo repositório, mas instala apenas os componentes básicos do sistema, criando uma instalação enxuta onde podem ser instalados os serviços desejados.
Para baixar o Ubuntu acesse o post Como conseguir o Ubuntu
Fonte: Clube do Hardware
domingo, 23 de agosto de 2009
Knoppix: O Live-CD tal como ele é hoje

O Knoppix é baseado em Debian, cuja versão 3.0 (a primeira a ganhar notoriedade) foi lançada em julho de 2002. O Knoppix acabou se tornando um marco dentro da história do Linux por dois motivos:
- Live-CD: O primeiro é que ele foi a primeira distribuição Linux live-CD realmente utilizável, oferecendo um bom desempenho e um excelente script de autoconfiguração, que detectava o hardware da máquina durante o boot, gerando os arquivos de configuração de forma automática e entregando um sistema funcional no final do processo. Distribuições live-CD anteriores, como o DemoLinux eram muito mais lentas e impráticas de usar.
- Possibilidade de remasterizar o CD: Gerando uma distribuição personalizada. Graças a isso, o Knoppix deu origem a um enorme número de novas distribuições, como o Kanotix (que deu origem ao atual Sidux), o Morphix (que, devido à sua arquitetura modular, ajudou a criar toda uma nova família de distribuições) e o Kurumin, que desenvolvi de 2003 a 2007.
Para quem já se acostumou com a idéia, pode parecer natural rodar o sistema a partir do CD e até mesmo instalar novos programas sem precisar modificar as informações salvas no HD, mas, em 2002, quando o Knoppix começou a ganhar popularidade, a idéia de rodar uma distribuição Linux completa a partir do CD-ROM era considerada uma idéia exótica. Muitas pessoas só acreditavam depois de desconectar o cabo flat do HD e ver que o sistema realmente dava boot apenas com o CD-ROM. :o
Apesar de receberam críticas por parte de alguns puristas, os live-CDs cresceram rapidamente em popularidade. O Ubuntu passou a ser um live-CD instalável a partir da versão 6.06, o Mandriva aderiu à idéia com o Mandriva Discovery (que foi sucedido pelo atual Mandriva One) e até mesmo o Fedora ganhou uma versão live-CD, o Fedora Live, sem contar o gigantesco volume de distribuições baseadas neles. Apesar do início tímido, os live-CDs dominaram o mundo.
Download Knoppix 6.0.1(Superdownloads)
Fonte: Clube do Hardware
sábado, 22 de agosto de 2009
Debian: Puramente Linux

O Debian é considerado a distribuição Linux mais "pura" por ser quase totalmente desenvolvida por voluntários. O Debian é considerado ainda a distribuição Linux mais estável, pois todas as novas versões são testadas exaustivamente antes de serem consideradas estáveis. Justamente por isso nem sempre você encontrará os pacotes mais atualizados: a preocupação principal é sempre a estabilidade. Graças a isso, o Debian é a distribuição mais usada em servidores e seus repositórios são usados como base para o desenvolvimento de um sem número de distribuições, entre elas o Ubuntu.
Porém existem muito poucos usuários na versão desktop, justamente pelo grande número de configurações e falta de utilitários que automatizem essas configurações. Segmento este que foi preenchido por outras distribuições que se basearam em Debian, principalmente o Ubuntu.
Mas ainda assim é a maior distribuição Linux, tanto em número de desenvolvedores como de usuários. A primeira versão do Debian foi anunciada em 1993, mas só foi lançada em 1996, tempo esse para desenvolver as ferramentas do sistema. A versão mais recente é a Lenny(5.0) lançada em 27 de junho de 2009.
As versões do Debian são tão estáveis pois ficam congeladas, apenas recebendo correções de bugs e atualizações de segurança. O grande problema é como o intervalo entre as versões estáveis é bem maior que em outras distribuições, cerca de 18 meses, os pacotes acabam ficando desatualizados que os de outras distribuições como o Ubuntu, que possui versões a cada 6 meses. Para amenizar o inconveniente, existe a opção de usar o Testing, que é uma prévia da próxima versão estável. Como o Testing é uma versão "incompleta", que ainda está em desenvolvimento, normalmente o utilizamos em conjunto com o Unstable, de forma que pacotes que ainda não estejam disponíveis no Testing, possam ser instalados a partir dele.
Tipicamente, os pacotes começam no Unstable, onde recebem uma primeira rodada de testes e, depois de algumas semanas, são movidos para o Testing. Periodicamente, os pacotes no Testing são congelados, dando origem a uma nova versão estável. Além destes, existe o Experimental, usado como um laboratório para a inclusão de novos pacotes.
Como o instalação do Debian é feita por meio de 5 DVDs ou 31 CDs, darei o link diretamente do projeto Debian em português onde será melhor explicado o processo.
Obtendo o Debian
Fonte: Clube do Hardware
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
OpenSuSE - Visual e facilidade que conquistam usuários

A SuSE foi fundada em 1992, como uma empresa de consultoria especializada em Linux, que oferecia uma versão do Slackware traduzida para o alemão, além de suporte e serviços de personalização. Grande parte do trabalho dos primeiros anos se concentrou no desenvolvimento de um conjunto de ferramentas de configuração, que deram origem ao Yast (Yet another Setup Tool), cujas primeiras versões foram lançadas em 1994. Desde então, o Yast se tornou o principal diferencial da distribuição: um painel de controle central, bastante poderoso, que permite administrar o sistema de forma relativamente simples.
A primeira versão oficial do SuSE Linux foi o 4.2, lançado em maio de 1996, mas, como a numeração sugere, ela foi precedida por várias outras versões, que são hoje em dia consideradas não-oficiais.
Devido a essas mudanças é difícil catalogar o SuSE mas como ele se parece muito mais com o Fedora e Mandriva, o mais correto é classifica-lo na família Red Hat.
O SuSE começou a ser mais divulgado após sua aquisição pela Novell em 2003, até então era uma distribuição comercial, que não era disponibilizada para download e era necessário a compra de caixinhas com os CDs de instalação e os manuais. E a pratica da distribuição de cópias dos CDs não era permitida. Após a aquisição pela Novell, começou-se a liberar o códogo fonte do Yast e recrutar desenvolvedores voluntários para a melhoria do sistema.
A Novell também alterou o nome da distribuição de SuSE para OpenSUSE, com a diferenciação tabém no "U" que originalmente era minúsculo, mas por questões de marketing, alterou para maísculo.
A Novell também oferece versões comerciais do sistema o SUSE Linux Enterprise Desktop e o SUSE Linux Enterprise Server que são destinadas ao uso corporativo.
A versão mais recente é a 11.1
O principal destaque do OpenSUSE é a boa combinação de facilidade de uso e recursos. Em vez de remover recursos do sistema com o objetivo de reduzir o volume de escolhas e assim tornar o sistema mais simples de usar, os desenvolvedores optam por manter todos os recursos disponíveis e organizá-los através de opções do Yast e nos menus. Com isso, chegaram a uma distribuição com uma excelente apresentação visual e relativamente simples de usar, que ao mesmo tempo oferece um volume muito grande de opções avançadas.
Link para Download
OpenSUSE
Estão disponíveis duas versões live-CD, uma baseada no KDE e outra no Gnome e também uma versão em DVD, contendo todos os pacotes. Assim como no caso do Mandriva, as versões live-CD incluem uma imagem pré-instalada do sistema, onde você não tem a opção de personalizar a seleção de pacotes ao instalar no HD, enquanto a versão em DVD oferece um instalador tradicional, com um volume muito maior de opções de personalização.
Para quem prefere fazer uma instalação via rede, está disponível também o "Internet Installation Boot Image", um ISO de apenas 70 MB, que inclui apenas o instalador e alguns pacotes básicos e baixa todos os demais durante o processo de instalação.
Além das versões regulares, para processadores de 32 bits, estão disponíveis também versões para processadores de 64 bits e uma versão para PPC (os Macs antigos, baseados em processadores PowerPC), totalizando 10 versões diferentes.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mandriva: A união franco brasileira

O Mandriva surgiu da fusão entre o Mandrake (francesa) com o Conectiva (brasileira), ambas baseadas em Red Hat.
O Conectiva foi a primeira distribuição Linux nacional e por muito tempo foi uma das mais usadas por aqui, atendendo tanto usuários domésticos, quanto empresas. A primeira versão do Conectiva Linux foi lançado em 1997.
O Mandrake começou de uma forma modesta, como uma versão modificada do Red Hat, lançada em julho de 1998, cuja principal modificação foi a inclusão do KDE (ainda na versão 1.0). O KDE e o Gnome são os dois ambientes gráficos mais usados no Linux, dividindo a preferência dos usuários e das distribuições. Ambos rodam sobre o X, usando os recursos oferecidos por ele. O "X" cuida do acesso à placa de vídeo, teclado, mouse e outras funções "base", enquanto o KDE ou Gnome cuidam da interface que é mostrada a você.
Superando todas as expectativas, o Mandrake conquistou rapidamente um grande número de usuários. A partir de um certo ponto, ele passou a ser desenvolvido de forma independente, sempre com o foco na facilidade de uso. Muita gente começou a usar Linux justamente com o Mandrake 10 e 10.1.
Em 2005 aconteceu a fusão entre o Mandrake e o Conectiva, que deu origem ao atual Mandriva, uma evolução do Mandrake, que passou a ser desenvolvido combinando os esforços das equipes em ambas as distribuições.
O Mandriva é uma das distribuições Linux mais fáceis de usar, desenvolvida com foco no usuário doméstico. O Mandriva foi uma das primeiras distribuições a incluir um instalador gráfico e ferramentas de configuração fáceis de usar, ainda na época em que o Linux estava restrito ao público técnico.
Ele é distribuído em três versões. O Mandriva One é um live-CD, que pode ser também instalado no HD, de maneira muito similar ao Ubuntu Desktop. O One é a versão mais fácil de usar, já incluindo plugins e outros componentes proprietários, e por isso é também a mais usada. Como o espaço é restrito, devido à necessidade de colocar todo o sistema em um único CD, existem versões separadas do Mandriva One com o KDE e com o GNOME.
Em seguida, temos o Mandriva Free (versão que abordo aqui) que corresponde à versão tradicional, onde você dá boot e faz a instalação através do DrakX, o instalador usado desde os tempos do Mandrake. A grande vantagem é que ela inclui um volume muito maior de pacotes (um DVD cheio) e permite que você defina quais componentes quer instalar.
A principal observação com relação ao Mandriva Free é que, como o nome sugere, ele inclui apenas pacotes livres, deixando de fora plugins e codecs, que podem ser adicionados manualmente após a instalação do sistema.
Temos ainda o Mandriva Powerpack, uma versão comercial que se diferencia do Mandriva Free por incluir alguns drivers e aplicativos proprietários (como os drivers para placas Atheros, drivers para placas da nVidia e da ATI, o Acrobat Reader, RealPlayer, alguns codecs e outros componentes adicionais), que não fazem parte do Mandriva Free por não serem open-source. Na verdade, estes componentes podem ser instalados no Mandriva Free através de repositórios adicionais; o fato de eles não serem incluídos nas mídias de instalação é apenas uma forma que a Mandriva encontrou para estimular o uso da versão paga.
Links para Download
http://www.mandriva.com/en/download/
Na página que surgira deve-se escolher qual a versão a ser baixada e em Public Mirror Network o país onde será feito o download ou um país próximo caso não conste na lista.
Fonte: Guia do Hardware
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Links para baixar Fedora 10 e Slackware 12.2
- ISO CD-ROM
- Slackware 12.2 Install ISO disc 1 (A/AP/D/E/L/N, bootable installer, kernels, Slackbook)
- Slackware 12.2 Install ISO disc 2 (F/K/T/TCL/X/XAP/Y, L source)
- Slackware 12.2 Install ISO disc 3 (KDE/KDEI)
- Slackware 12.2 ISO disc 4 (A/AP/D/E/F/installer source, extra/, pasture/, old Berkeley DB packages)
- Slackware 12.2 ISO disc 5 (K/KDE/KDEI source)
- Slackware 12.2 ISO disc 6 (N/T/TCL/X/XAP/Y source, USB and PXE installers
- ISO DVD Completo
- DVD de Instalação - 3,5 GB (Multi-idioma)
- LiveCD Fedora GNOME + BrOffice.org - 670 MB (Português)
- LiveCD Fedora KDE - 687 MB (Inglês)
Todos os downloads são em Torrent, para baixá-lo recomendo o uso do µTorrent.
Nos próximos posts desponibilizarei os links juntamente com a postagem.
Red Hat: O Inovador

Lançado em novembro de 1994, com o objetivo de facilitar a configuração e automatização do sistema que era bem complicada com o Slackware, incluia várias ferramentas de configuração.
Foi a primeira distribuição a utilizar o gerenciamento de pacotes, onde os aplicativos eram transformados em pacotes compactados e ionstalados com um único clique, e também facilita a remoção do aplicativo, não deixando vestígios de bibliotecas nem no registro, como acontece no Windows.
O uso do gerenciador de pacotes hoje é a grande diferença entre o Linux e o Windows, no Windows você clica no executável do programa e é aberto um instalador; no Linux você usa o gerenciador de pacotes para instalar os programas que quer usar.
Depois de 2003 passou a concentrar seus esforços no ramo empresarial lançando o Red Hat Enterprise Linux, a consequência mais marcante disso foi a retirada do mercado do Red Hat Desktop que no momento possuia a maoir parte de usuários.
A última versão do Red Hat foi a 9, a partir daí passou a se chamar Fedora e passou a combinar esforços da equipe do Red Hat com voluntários, o Fedora herdou a maior parte dos usuários do Red Hat Desktop tornando a distribuição mais usada rapidamente.
Distribuições Baseadas no Red Hat
- Mandrake - Francesa
- Conectiva - Brasileira
- SuSE - Alemã
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Slackware: O pioneiro que sobrevive ao tempo
É a distribuição Linux mais antiga ainda ativa, foi lançado em julho de 1993 e foi desenvolvido desde seu ínicio por um único desenvolvedor Patrick Volkerding, que conta esporadicamente conta com a ajuda de outros desenvolvedores. Ele mesmo faz todos os testes e inclusão de novos pacotes, lançando periodicamente uma nova versão com todo o trabalho realizado até então.A primeira versão foi lançada em julho de 1993, com uma instalação que ainda usava disquetes, e novas versões são lançadas a cada 1 ou 2 anos. A última versão é a 12.2 que foi lançada em dezembro de 2008. Uma curiosidade é que não existiram as versões 5.0 e 6.0, sendo que a numeração pulou da 4.0(maio de 1999) para a 7.0(outubro de 1999), para acompanhar a Red Hat, que era a mais usada no momento, evitando que o Slackware parecesse desatualizado perante o concorrente.
Mesmo sendo simples, é considerado uma das mais difícies distribuições Linux, visto que quase tudo, desde suas configurações mais básicas devem ser feitas manualmente. O objetivo do Slackware é manter-se fiel a suas raízes, ao invés de facilitar o uso para o usuário. Também é a única distribuição que não possui um intalador gráfico,
Sua instalação é relativamente simples, porém o grande problema vem após ela. Som, rede, impressora, tudo deve ser configurado manualmente. Além disso, ao contrário de outras distribuições, não existem versões beta do sistema.
Mas pelo fato de sua dificilidade de apendizado, muitos consideram que este é a melhor distribuição para se aprender Linux, uma vez que ele não esconde do usuário o que está sendo feito na máquina.
Não possui as inovações gráficas apresntadas em outras distribuições, mas é altamente confiável e muito utilizado em servidores.
Conclusão
À primeira vista, o Slackware parece ser um sistema extremamente complicado. Ele é uma das poucas distribuições Linux que ainda não possuem instalador gráfico e toda a configuração do sistema é feita manualmente, com a ajuda de alguns poucos scripts simples de configuração. Entretanto, o Slackware oferece um estrutura de arquivos de configuração e de pacotes muito mais simples que outras distribuições, o que o torna uma distribuição ideal para entender mais profundamente como o sistema funciona.
Se as distribuições fossem carros, o Slackware seria o Fusca. Ele não possui nenhum dos confortos encontrados em outros carros atuais, mas em compensação possui uma mecânica extremamente simples, o que também o torna fácil de modificar e de consertar. É justamente por isso que o Slackware possui tantos fans, apesar da idade avançada. Ele é complicado na superfície, porém simples e confiável no interior.
Derivacões Brasileiras que se basearam em Slackware:
- CEMF - Distribuição que roda direto de dentro de uma partição ou instalação Windows.
- Cytrum - Distribuição projetada para aumentar o nível de segurança de servidores / VoIP-PBX
- GoblinX - Live CD que instalado converte os pacotes .tgz em módulos .mo.
- JoLinux - Distribuição com kernel 2.6 já por padrão.
- Kinux - Distribuição
- PC Master - Distribuição
- pQui - Distribuição desenvolvida por Hudson Figueredo.
- RFS - Distribuição
- Litrix Linux - Distribuição que trocou sua base do Slackware para Gentoo
- Definity - Distribuição desenvolvida em Curitiba em 2003 já desativada
Fonte: Clube do Hardware, Wikipedia
Nova Série de Posts
Olá pessoal, estive algum tempo ausente do blog, mas agora estou de volta com uma nova série: Distribuições Linux;Na série anterior: Indo Além do Windows, um pouco sobre três sistemas operacionais que concorrem com o gigante da Microsoft, Ubuntu, Mac OS X e o misterioso Goobuntu da Google.
A partir de agora falarei um pouco mais a respeito das principais distribuições baseadas em Unix, a partir delas que nasceram cerca de 98% das mais de 500 distribuições existentes atualmente no mercado, contando apenas as distribuições ativas, nos posts seguintes falarei sobre cada uma delas:
- Slackware
- Red Hat/Fedora
- Mandriva
- OpenSUSE
- Debian
- Knoppix
- Ubuntu
- Gentoo
- BSD
- Solaris




